terça-feira, 22 de maio de 2012

CORAL SEMÍRAMES BEZERRA: 79 ANOS NA IGREJA CENTRAL, LOUVANDO AO DEUS QUE LIBERTA

Em duas noites memoráveis, celebradas nos dias 19 e 20 de maio, o Coral Semírames Bezerra, da Igreja Presbiteriana Central de Garanhuns comemorou 79 anos de existência e a data foi marcada, naturalmente, por muitos louvores.
No Sermão, o Pastor Inaldo falou acerca dos louvores, tendo como base o Salmo 92       (Veja o Sermão, clicando abaixo)




O Coral, que leva o nome de uma regente falecida, a Senhora Semírames Bezerra, de espírito muito atuante em sua época como Maestrina e membro da Central, tem hoje uma formação diversificada, contando com quase 30 integrantes que se apresentam frequentemente naquele templo Central bem como em diversos eventos realizados em igrejas de Garanhuns e em outros espaços, sob a regência da Senhora Lucienne Monteiro.
Entre esses eventos, o Coral tem se apresentado em escolas, hospitais, no Desafio Jovem e também em residências de enfermos, por solicitação da família destes, além de ter participação no "Natal dos Sonhos de Garanhuns".

Clique abaixo e ouça um pouco do louvor do nosso Coral (Música: Há um novo nome lá na Glória)
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domingo, 13 de maio de 2012

PROGRAMA RADIOFÔNICO "A VERDADE QUE LIBERTA" ESPECIAL DIA DAS MÃES

No programa de Rádio A VERDADE QUE LIBERTA, produzido por nossa igreja e exibido pela Rádio FM Sete colInas de Garanhuns - 100,5Mhz - no domingo 13 de Maio, um especial emocionante com homenagens às mães,  depoimentos de filhos e mães e uma pregação do Pastor Inaldo Peixoto muito pertinente ao tema MÃE. Além disso, ouviremos louvores que nos fazem perceber a importância das mães do ponto de vista bíblico.

Clique abaixo e ouça


terça-feira, 8 de maio de 2012

CULTO DE GRATIDÃO NA IGREJA CENTRAL MARCA OS 30 ANOS DO 9º BPM




Com as presenças do Comandante de Policiamento do Agreste, Coronel QOPM Antônio VAREDA e do Comandante do 9º Batalhão de Polícia Militar de Pernambuco sediado em Garanhuns, Major  Abel Ferreira Júnior , foi  celebrada na noite da última terça feira dia 08, os 30 anos de atividades dessa corporação, com um Culto de Gratidão na Igreja Presbiteriana Central de Garanhuns. A cerimônia, presidida pelo titular dessa igreja, Reverendo Inaldo Peixoto, que tematizou sua pregação acerca do tema HABILIDADES, levou ao templo alguns  membros da igreja – sentiu-se a falta de muitos irmãos - além de muitos oficiais e praças de várias patentes da briosa corporação citada, para adoração e agradecimento ao nosso Deus pela data. Que Deus abençoe os homens e mulheres que representam a lei em nossa cidade e Estado, em especial aos que fazem o 9º BPM pelos 30 anos de atividades,  para que continuem sendo hábeis em sua árdua labuta diária, buscando minimizar sempre que possível de forma pacífica, os constantes conflitos sociais diários, pertinentes ao mundo moderno.


Comte de Policiamento do Agreste, Coronel QOPM Antônio VAREDA
  


Major  Abel Ferreira Júnior, Comte. do 9º BPM






 Transcrevemos abaixo, o histórico do  Batalhão Arruda Câmara 

O 9º Batalhão da Polícia Militar de Pernambuco foi criado através do Decreto nº 7.915, de 23 de Abril de 1982. Pelo Decreto nº 7.963, datado de 12 de Maio de 1982, passou a ser denominado de Batalhão Arruda Câmara.
No dia 07 de Setembro de 1987, passou a funcionar no antigo Hotel Monte Sinai, situado em uma das Sete Colinas da Suíça Pernambucana, localizado na Av. Rui Barbosa, nº 1122, Bairro de Heliópolis - Garanhuns.
O Batalhão Arruda Câmara é responsável pela Segurança Pública de 20 (vinte) municípios, assim divididos: Garanhuns, Capoeiras, Caetés, São João, Lajedo, Bom Conselho, Canhotinho, Correntes, Águas Belas, Calçado, Angelim, Palmeirina, Jupi, Jucati, Saloá, Lagoa do Ouro, Brejão, Terezinha, Paranatama e Iati, compreendendo uma área territorial de 6.280 Km2 e uma População de aproximadamente 458.899 habitantes.
 O 9º BPM tem se engajado na defesa da sociedade, conseguindo reduzir os índices de criminalidade em sua área, através de Ações do Policiamento Ostensivo a Pé, Motorizado, de Trânsito e Montado, estando diuturnamente presente em todos os municípios.
 Destacamos a importância do Policiamento com apoio do Motopatrulhamento - ROCAM, da CIOSAC, GT RURAL, do GATI e do PTran, dinamizando e dando maior mobilidade as ações de policiamento pelo 9ºBPM.
A área do 9º BPM é palco de grandes eventos, entre os quais, destacam-se: Carnaval, Paixão de Cristo do Magano, Festival de Música e Artes, Festas Juninas, Festival de Inverno, Festival da Jovem Guarda e Exposição Agropecuária; A Lajefolia, no município de Lajedo, Corrieta na cidade de Correntes, Águas Fest em Águas Belas; Caetés Fest em Caetés, entre outros eventos realizados anualmente em toda a região.
No intuito de promover maior integração com a sociedade são desenvolvidas ainda outras atividades tais como reuniões com autoridades do Poder Judiciário e do Poder Executivo Municipal, líderes comunitários, sociedades organizadas, bem como são ministradas palestras como forma de ação preventiva com os seguintes temas: Educação no Trânsito, Bullying, Drogas em Geral (de uso permitido e de uso proibido), Violência Urbana e Escolar, Direitos e Deveres do Aluno, Atos infracionais e Atos de Indisciplina, Danos ao Patrimônio etc... As quais são solicitadas por escolas da rede particular e rede estadual, tendo prioridade às escolas assistidas pela Patrulha Escolar.
Atualmente, o Comandante do 9º BPM é o Major PM – Abel Ferreira Júnior.

Extraído do link: http://www2.pm.pe.gov.br/web/pmpe/75

segunda-feira, 7 de maio de 2012

HABILIDADE

Cada habilidade serve a um propósito.

“Morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória”.
  
     Tudo que a gente faz na vida precisa de habilidade.
     Habilidade significa aquele que é jeitoso, que sabe lidar com as situações.  Precisamos de habilidade em tudo que vamos fazer.
     Precisamos de habilidade na nossa relação conjugal. Casamento é bom, foi Deus quem o instituiu, é uma bênção o matrimônio, mas casamento tem  momentos de crise, de lutas e dificuldades. É preciso habilidade para vencer as crises conjugais.
    Precisamos de habilidade para criarmos os filhos. Os filhos são bênçãos, são herança do Senhor, mas eles crescem, vem a adolescência, temos conflitos e diferenças. Habilidade se faz necessária para que a nossa relação com os filhos continue crescente e saudável.
    Precisamos de habilidade para conviver na igreja. A igreja é o melhor lugar do mundo. Temos um povo escolhido e separado por Deus. Mas a igreja na sua jornada tem momentos de contendas e divergências de pensamentos; se não tivermos habilidade para mantermos  a comunhão, teremos divisões e facções.
    Tudo que vamos fazer na vida é preciso habilidade.
    Quando estudamos acerca  de Davi, percebemos que esse homem teve a  habilidade como um atributo que referendou a sua vida e a  sua história.

1 – Habilidade para se desviar das pessoas negativas.
      Davi foi enviado por seu pai ao exército israelita para levar comida aos seus irmãos. Quando chega ao arraial de Israel, ele se depara com um gigante Filisteu, gritando e desafiando um guerreiro, um valente que tivesse coragem de lutar contra ele. Todo exército de Israel estava amedrontado.
     Davi se dispõe a lutar contra o gigante Golias;  o seu irmão Eliabe veio contra ele e diz a Bíblia: “Desviou-se dele para outro e falou a mesma coisa”. 
     Precisamos pedir habilidade a Deus para nos desviar das pessoas negativas, porque não podemos gastar energia com elas. O nosso adversário é o gigante que nos desafia todo dia.
    Que o Senhor conceda a habilidade agraciada  a Davi, para que possamos não perder o foco da missão por causa de pessoas negativas!
      2 – Habilidade para fazer e manter amizades.
            Davi tinha uma facilidade enorme para fazer e manter amizades. Ele era do tipo que tinha atração magnética, as pessoas amavam Davi. Entre muitas amizades feitas uma se destaca. Foi a amizade que ele fez com Jônatas.
             A Bíblia diz: “Em todo o tempo ama o amigo e na angústia se faz o irmão”.
            Tem gente com muita facilidade para fazer amizade, porém não consegue ter  uma amizade duradoura.  Deus nos conceda a habilidade de Davi, para fazer e manter amizade! 

      3 – Habilidade para restaurar vidas.
            Quando Davi chegou na caverna de Adulão, fugindo do rei Saul, que movido pela inveja tentava matar o jovem guerreiro, ele encontrou cerca de quatrocentos homens endividados, rejeitados e repudiados pela sociedade. Davi restaurou esses homens, dando-lhes autoestima e valor. Eles se tornaram os valentes de Davi.
            Nós estamos aqui com a gloriosa missão de restaurar e abençoar vidas em nome de Jesus. Temos a responsabilidade na formação de uma sociedade mais justa e fraterna.

      4 – Habilidade para ver as coisas  boas da vida.
            “Morreu em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória”.
            Quando leio esse texto, a primeira coisa que me vêm à mente é que Davi morreu feliz.
            O essência  desse texto mostra que esse é o  último discurso de Davi. Ele reúne o povo e pronuncia suas últimas palavras à nação de Israel. E o conteúdo do seu discurso não tem lugar para lamentos e justificativas pelos erros cometidos durante a sua história. 
             É um pronunciamento de gratidão e louvor a Deus pelas bênçãos recebidas da mão do Senhor.  Davi reconhece a soberania de Deus, a providência divina e a imerecida graça que o acompanhou em toda sua história.
             Esse é o legado de um homem abençoado por Deus, que apesar das lutas e tempestades enfrentadas,  preferiu concentrar sua mente nas vitórias conquistadas e a ele confiadas pelo Senhor.
       Deus nos abençoe e nos dê a graça e a habilidade para vermos as coisas boas da vida!
                                                                                                    
                                                                                                 Pastor Inaldo Peixoto

quinta-feira, 3 de maio de 2012

A ESPERANÇA



Há muitas coisas neste mundo pelas quais “esperamos”.
     Esperamos receber um aumento salarial. Esperamos que nosso time favorito vença o campeonato. Este tipo de esperança expressa nossos desejos pessoais quanto ao futuro. Temos esperança concernente a coisas incertas. Não sabemos se nossos desejos se realizarão, mas manteremos a esperança de que sim.
     Quando a Bíblia fala de esperança, ela tem em vista algo diferente. A esperança bíblica é uma firme convicção de que as promessas de Deus para o futuro se cumprirão.
     A esperança não é uma simples projeção de desejos, mas uma certeza de que acontecerá. “A qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu”. Hb.6:19
     A esperança é colocada junto com a fé e o amor como uma das três virtudes cristãs que o apóstolo Paulo apresenta em I Coríntios 13:13.  Esperança é fé direcionada para o futuro.
     A Bíblia fala da esperança de duas maneiras. O uso menos comum aponta para o objeto da nossa esperança. Cristo é a nossa esperança de vida eterna. O uso mais comum é quanto a uma atitude de certeza com respeito ao cumprimento da promessas de Deus. O cristão é chamado à esperança, isto é, para a plena certeza da ressurreição do povo de Deus e a vinda do Reino de Deus. A esperança está ligada de forma inseparável à escatologia.
      Paulo lembra aos cristãos que até o Reino venha em sua plenitude, os crentes só podem ter uma esperança assegurada; devem “andar por fé e não pelo que vemos” 2 Co.5:7. Esta esperança não é infundada. Embora a vida do cristão seja marcada mais pelo sofrimento do que pelo triunfo 1Co.4:8-13. o fundamento da esperança está na Deidade.
     Primeiro, o crente olha para a morte e a ressurreição de Cristo. Sua morte representou o momento mais tenebroso para seus discípulos. O Messias prometido estava morto e seu Reino aparentemente perdido. Com a Ressurreição, o desespero transformou-se em esperança. Junto com o sofrimento, seja grande ou pequeno, a esperança do cristão deve prevalecer. Deus é sempre suficiente e fiel.
    Segundo, o crente tem o Espírito Santo como penhor do Reino. Sua presença nos dá a certeza de que o reino será plenamente consumado. O Espírito não só é um sinal para a esperança, mas também o sustentáculo da esperança. Ele cumpre o papel de Consolador, cingindo o crente de esperança e força. É o  Espírito que encoraja o crente a orar ao Pai: “Venha o teu Reino”.
                                                                      Verdades essências da fé Cristã

domingo, 22 de abril de 2012

BEM AVENTURADOS OS MANSOS


Imagem do <a href='http://www.gospel10.com/downloads/papel_de_parede--fruto-do-espirito-mansidao--1384' target='_blank'>Fruto do Espírito - Mansidão</a>


No sermão desse domingo, 22 de Abril, o Pastor na nossa Igreja Presbiteriana Central, Reverendo Inaldo Cordeiro, discorreu acerca de uma das bem aventuranças mas difíceis nos dias de violência os quais vivemos: A MANSIDÃO.
Transcrevemos abaixo uma postagem do Pastor. Christian A. Doerzbache  acerca desse assunto.

Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra (Mateus 5:5)
Quando pensamos em compreender qualquer parte do Sermão do Monte é preciso levar em conta o contexto em que Mateus o insere. Este evangelho de Mateus é intitulado de “Evangelho do Reino” pois a sua orientação vem deste tema. A porta de entrada do Sermão do monte é Mat.4:17 que diz: “Daí por diante, passou Jesus a pregar e a dizer: Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus”. Jesus demonstra que já em sua pessoa ele começaria a manifestar o reinado de Deus.             A parte inicial do Sermão do Monte dá-se com a elencação das bem aventuranças, que são mais do que um simples código de ética, são características que fazem parte da vida do próprio Jesus.
A terceira bem aventurança descrita esta em Mateus 5:5 é: “Bem Aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra”. A correta compreensão desta bem aventurança passa necessariamente pelo entendimento dos dois termos principais nela contidos: mansos e terra.A palavra manso (praus)ocorre como aqui outras duas vezes no Novo testamento (Mateus 11:29 e 1 Pe. 3:4); Em ambos os casos esta mansidão relaciona-se com algo interior, que faz parte do coração (Mt 11:29) ou do espírito (1 Pe. 3:4). Tanto Jesus em Mateus como Pedro trazem a palavra manso ao seu discurso quando querem mostrar aos seus ouvintes uma melhor maneira para se viver. A respeito da terra(ge) citada por Jesus nesta Bem Aventurança, os teólogos e comentaristas divergem-se em suas opiniões. Alguns crêem que Jesus está se referindo a Vida Eterna que este manso que aguardou no senhor há de herdar. Outros por sua vez, conseguem ir para uma interpretação usando a terra como o princípio do homem o elemento usado na sua criação, dizendo assim que quem é manso herda ou domina a si mesmo. Há ainda aqueles que acreditam que esta terra trata-se de recompensas que serão recebidas já nesta vida, para o deleite físico do manso.
Esse texto de Mateus 5:5 é uma referência direta ao Salmo 37:11 onde o manso é visto em contraste com o com os malignos, com os ímpios, que pelo seu egoísmo oprimem seu próximo.  Os mansos, no dizer do salmista, “não se indignam por causa dos malfeitores, nem têm inveja dos que obram a iniquidade” (v.1), e ele ainda diz mais sobre as características do manso: Confiam no Senhor – (v.3). Deleitam-se no Senhor – (v.4).  Entregam o seu caminho ao Senhor – (v.5). Descansam no Senhor – (v.7). Esperam no Senhor (v.7).Deixam a ira – (v.8).
Sendo assim, o que podemos aprender com esta bem aventurança:

Há um Modelo a Ser Seguido
É a pessoa e a vida de Cristo que faz das bem-aventuranças e de todo o sermão da montanha algo mais que uma esplêndida utopia ética; faz disso uma realização histórica, da qual cada um pode tirar força para a comunhão que lhe une à pessoa do Salvador. Se as bem-aventuranças são o auto-retrato de Jesus, precisamos olhar para Ele e ver como Ele as viveu. Os evangelhos são, de ponta a ponta, a demonstração da mansidão de Cristo, em um duplo aspecto: de humildade e de paciência. Ele mesmo se propõe como modelo de mansidão. Mateus 11:29 “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração;”. Sua entrada em Jerusalém no lombo de um burro se vê como um exemplo de rei “manso” que foge de toda idéia de violência e de guerra (Mt 21, 4). A prova máxima da mansidão de Cristo é com certeza dada no momento da sua paixão. Na cruz Jesus não demonstrou nenhuma ira, nenhuma ameaça. Pedro diz algo fantástico a respeito desse momento: “Insultado, não respondia com insultos; ao padecer, não ameaçava” (1 Ped 2, 23). Essa característica da mansidão encontrada na pessoa de Cristo ficou gravada de um modo tão profundo no coração e na alma dos seus discípulos, que o apóstolo Paulo, ao exortar os Coríntios sobre algo querido e sagrado, diz: “Vos suplico pela mansidão (prautes) e pela benignidade (epieikeia) de Cristo” (2 Cor 10, 1).
Ao olhar para Jesus vemos a mansidão sendo vivida em todos os momentos da vida. É preciso perceber que não faltaram momentos para perder a mansidão na trajetória do mestre, todavia ele viveu integralmente aquilo que falou e acreditava.


O Foco da mansidão é o Próximo
Há quem julgue que ser Manso é o mesmo que ser fraco, não ter força, firmeza ou virilidade, ser covarde. Não é nada disso. Manso é aquele que pode combinar em sua personalidade, força e delicadeza, virilidade e suavidade, firmeza e ternura. Em outras palavras, manso é alguém que conseguiu obter domínio próprio, por isso é capaz de empregar a força, mas também agir com cortesia, segundo a necessidade. É uma das qualidades do Fruto do Espírito! Até agora as duas primeiras Bem aventuranças tinham como foco o “eu”, ou seja, aplicavam-se diretamente a mim. Já nesta bem aventurança da mansidão, o foco está no próximo, afinal eu ajo com mansidão nas situações da vida, e em toda situação da vida há um próximo envolvido. Demonstrar mansidão na nossa sociedade atual é uma grande abertura nos relacionamentos para que possamos chegar ao coração e a vida das pessoas com uma mensagem transformadora, onde dizemos que podemos ser mansos sem ser fracos. Francisco de Sales, costumava dizer: “Sede o mais doce que possais e recordai que se pegam mais moscas com uma gota de mel que com um barril de vinagre”.
O fato é que devemos mostrar que nossa mansidão vem pelo fato de sabermos que nossa vida está sob os cuidados de Deus. Foi isso que Cristo fez a sua caminhada inteira. Conquistou corações em sua mansidão, cumpriu sua missão como cordeiro manso.

Existe Uma Recompensa
A promessa ligada à bem-aventurança dos mansos é que eles “...possuirão a terra” Esta recompensa se realiza em diversos níveis, até a terra definitiva que é a vida eterna, Mas certamente que um dos planos é o humano, Jesus está falando de algo que já posso colher aqui e agora. Talvez uma das maiores recompensas seja a terra dos corações dos homens. Os mansos conquistam a confiança, atraem as almas.O maior desafio de todos é manterem-se mansos quando esta mansidão parece somente prejudicar-me. A sociedade diz que o manso é humilhado e pisoteado, dentro das empresas, nas competições de mercado de trabalho, etc. E diante desse quadro surge a questão: O que me mantém manso? A resposta não pode ser outra senão, confiar em Deus. Saber que se Jesus prometeu, vai se cumprir. A Bíblia diz em Filipenses 2 que Jesus foi recompensado pelo Pai após a cruz. Então eu preciso saber que mesmo que minha mansidão me leve a um caminho de morte, Deus já tem preparado a recompensa para mim.
Sou feliz em ser manso porque tenho a certeza de que Deus me abençoará!

Pr. Christian A. Doerzbache

quarta-feira, 18 de abril de 2012

PORQUE OS JUSTOS SOFREM?


Assim como Deus manda a chuva, o sol e outras bênçãos tanto sobre  os justos como sobre os injustos (Mateus 5:44-45), a Bíblia também   ensina que todos (sejam justos ou injustos) têm que sofrer as conseqüências do pecado de Adão e Eva. Gênesis 3 registra o relato da queda de Adão e Eva. As maldições caídas sobre a terra como resultado são relatados em Gênesis 3:16-19. Elas incluem a dor do parto, espinhos e cardos, comer o pão "no suor do rosto", e, finalmente, morte. Estas maldições são universais. Todos estão sujeitos a dor, tristeza, infelicidade e a morte que são o resultado, não da crueldade ou indiferença por parte de Deus, mas da introdução do pecado no mundo.

A pessoa que está preocupada com o sofrimento dos justos precisa ler o livro de Jó. Ele era um homem rico a quem Deus tinha abençoado abundantemente. Jó 1:8 nos conta a estima de Deus por este homem: "Perguntou ainda o SENHOR a Satanás: Observaste o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, tememnte a Deus e que se desvia do mal."

Não há questão sobre se o subseqüente sofrimento de Jó era castigo por algum pecado grave. O livro constitui, na maior parte, de uma discussão que Jó tinha com seus "amigos", que tentavam convencê-lo de que ele estava recebendo retribuição por alguma maldade dele. Mas não somente Jó era inocente de qualquer pecado resultando em seu sofrimento incomum, mas é-nos dito mais tarde que "Em tudo isto Jó não pecou, nem atribuiu a Deus falta alguma" (Jó 1:22). O sofrimento acontece a jovens e velhos, bons e maus. Algumas pessoas parecem ter mais do que sua conta de calamidade, enquanto outras aparentemente escapam com pouca adversidade. A maioria de nós provavelmente cai em algum lugar entre estes dois extremos.

A adversidade, conquanto atribuída a um Deus cruel e injusto, realmente pode beneficiar-nos de muitos modos se estivermos determinados a servir o Senhor.

O sofrimento nos prova. Lemos sobre uma tal provação, em Gênesis 22, que deve ter sido desagradável para Abraão. Mas ele passou a provação e o resultado foi a promessa de grandes bênçãos através de sua herança, que beneficiaria toda a terra (leia os versículos 1 a 18).

Deus estava permitindo que Jó fosse experimentado com as aflições pelas quais Satanás o atormentou. Jó passou na prova e lemos, "Assim, abençoou o Senhor o último estado de Jó mais do que o primeiro..." (Jó 42:12).
Não nos foi prometida grande riqueza material se passássemos nas provas de adversidade, mas nos foi assegurado que o Senhor cuidará de nós (Mateus 6:33), e que colheremos recompensas maiores do que a riqueza deste mundo.

O sofrimento nos fortalece. Quem não ouviu uma pessoa mais velha contar os "tempos duros" que enfrentou? Alguns falam de suas experiências para atravessar a Grande Depressão. Alguns relatam os contos pungentes da desgraça. Outros falam de tragédia pessoal que teve que ser suportada. Por que freqüentemente as pessoas têm orgulho dos tempos traumáticos em que viveram? É porque elas sabem que isto é evidência de um caráter e uma constituição fortes, que talvez foram forçadas sobre eles pelas suas adversidades. Converse com qualquer pessoa de riqueza ou alta posição que "abriu seu próprio caminho." Os tempos sobre os quais terá mais prazer em lhe falar são "naquele tempo quando eu não estava tão bem como agora." Elas gostam de recordar a luta, a dureza e a labuta que os colocaram onde estão. A maioria destas pessoas não trocaria estas experiências por nada, porque sabem que foram as próprias durezas que suportaram que lhes deram a força de caráter que agora possuem.

Devemos ser fortalecidos espiritualmente pelo sofrimento porque sabemos que Deus "...não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar" (1 Coríntios 10:13). Cada vez que você passa por uma provação, você está um pouco mais forte. Isto não somente o capacitará a enfrentar outras tentações contra as quais você irá contra, mas também lhe dará capacidade para ajudar melhor e encorajar outros que possam enfrentar dificuldades semelhantes.

O sofrimento nos humilha. Em 2 Coríntios 12:4-10 aprendemos que Paulo tinha uma enfermidade com o propósito de ajudá-lo a manter sua humildade e também para que outros não o exaltassem acima da conta. Na adversidade percebemos que nossa única segurança e força verdadeira estão em Jesus Cristo. Por nós mesmos não temos a força e a auto-suficiência das quais gostaríamos de vez em quando de nos exibir. Paulo disse: "Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias, por amor de Cristo. Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte" (2 Coríntios 12:10).

Acima de tudo, lembremo-nos de que nossa meta não é uma vida ditosa, despreocupada, nesta terra. Antes, estamos labutando e algumas vezes sofrendo para que possamos atingir o lar celestial que Jesus Cristo foi preparar para nós. Que as tentações, adversidades, perseguições, tristezas e dores nesta vida nos dêem uma mais profunda ânsia e apreciação pela esperança que fica diante de nós se formos cristãos e fiéis ao Senhor.

"Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Romanos 8:18). Torne-se um cristão para que possa ter esta alegria e paz de consciência.

por Tom Moody

quarta-feira, 11 de abril de 2012

AS SETE PALAVRAS DA CRUZ


Pastor Ezequiel Ventura
Texto: Jo. 19:17-22


Introdução:


01. As ultimas palavras de pessoas notáveis são registradas por seguidores fieis; anotadas e preservadas por historiadores e discutidas pela posteridade.

02. As Sete Ultimas Palavras, de Jesus tem para o crente um sentido especial, pois revela o quanto precisamos aprender.

AS SETE PALAVRAS DA CRUZ

I. A PRIMEIRA PALAVRA FALA SOBRE PERDÃO

01. “Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem,...”, Lc. 23:34

02. Esta primeira palavra da cruz, apresenta uma petição em favor dos seus inimigos. (Anás, Caifás, Herodes, Pilatos, os Saduceus, os Fariseus, os soldados, os Judeus, etc). Foi a palavra do Advogado divino.

03. Em Atos 2:36 diz: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que a este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo”.

04. Foi também uma oração em nosso favor, pois éramos inimigos de Jesus, conforme Rm. 5:10, que diz: “Porque, se nós, quando inimigos, fomos reconciliados com Deus mediante Jesus Cristo...”.

05. Jesus, deixou esta lição para que nós também, sigamos o exemplo de perdoar os nossos inimigos. Quem são os nossos inimigos ?

06. Ontem éramos inimigos, hoje somos amigos de Jesus, graças, ao seu Perdão. Jo. 15:14: “Vós sois meus amigos, se fazeis o que vos mando”.

II. A SEGUNDA PALAVRA FALA SOBRE VIDA ETERNA

01. “Jesus lhe respondeu: Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso.”, Lc. 23:43.

02. A segunda palavra da cruz, foi uma promessa de segurança pessoal, de salvação eterna. Foi a palavra do rei.

03. O primeiro ladrão da cruz, blasfema de Jesus: “Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós também ?”.

04. A atitude deste primeiro ladrão incrédulo, tem sido a mesma de muita gente hoje: Se tu és Deus... então...

- Cura-me desta doença
- Dá-me um emprego
- Providencia um casamento para mim
- Dá-me uma casa nova

05. Muitas vezes, só pensamos nas coisas que são aqui da terra. Nas coisas que Deus pode fazer por nós.

06. Todavia, em Mq. 2:10, encontramos a promessa que o nosso lugar de descanso não é aqui, mas no céu.

07. A missão de Jesus não foi de perspectiva terrena, em Jo. 18:36, Ele diz: “O meu reino não é deste mundo...”.

08. Em Jo. 10:10 Jesus diz: “...eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância”.

III. A TERCEIRA PALAVRA FALA SOBRE CONSOLAÇÃO

01. “Vendo Jesus sua mãe e junto a ela o discípulo amado, disse: Mulher, eis ai teu filho.”, Jo. 19:26.

02. A terceira palavra da cruz, foi um ato de consolação, foi a palavra do Amigo, evidenciando ternura e solidariedade.

03. Maria, a mãe de Jesus, precisava de consolo, de um ombro amigo, pois a sua alma estava ferida por causa da crucificação do seu filho.

04. Muitas pessoas que estão ao nosso redor, podem estar precisando de ombros amigos, que sejam verdadeiros instrumentos de consolação.

05. Toda experiência de morte traz tristeza. O apostolo Paulo em I Ts. 4:18, falando num contexto de morte, ordena: “Consolai-vos, pois uns aos outros com estas palavras”.

06. Que palavras são estas ? São palavras que geram esperança, fé e que tira o homem da ignorância espiritual.

IV. A QUARTA PALAVRA FALA SOBRE EXPIAÇÃO

01. “Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni ? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste ?”, Mt. 27:46

02. A quarta palavra da cruz, foi à palavra do Sacerdote, expiando os pecados daqueles que o Pai lhe havia dado.

03. Jesus, naquele momento experimenta a ausência do Pai. Porque ?

04. Em II Co. 5:21, nos diz, que “Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós;...”.

05. Em I Pe. 2:24, lemos: “Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados...”.

06. Jesus, por causa dos nossos pecados, se tornou o mais repugnante ser que jamais pisou sobre a face da terra. E Deus o pai, precisou virar o rosto para o Filho.

07. Em Hc. 1:13, encontramos que Deus: “...é tão puro de olhos, que não pode ver o mal e a opressão não podes contemplar...”.

08. Muitas vezes, na nossa caminhada cristã, pessoas não querem sentir dor, ou tristezas, por causa dos erros dos outros.

09. Todavia, Jesus sentiu. E mesmo com o prejuízo da quebra da comunhão com o Pai, levou os nossos pecados.

V. A QUINTA PALAVRA FALA SOBRE NECESSIDADE DO CORPO

01. “Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede!”, Jo. 19:28.

02. A quinta palavra da cruz, foi à palavra do Homem Perfeito, sofrendo as mesmas necessidades que um mortal sente.

03. Não podemos nos esquecer de que Jesus, era verdadeiramente homem também, ou seja, sua divindade não anulava as necessidades da sua humanidade.

04. Em Sl. 69:20-21, diz que
- Jesus esperava por piedade e lhe deram ira;
- Esperava por consoladores e vieram acusadores;
- Esperava por alimento e lhe deram fel;
- Esperava por água e lhe deram vinagre.

05. Jesus, neste momento de sede, se identifica com cada ser humano na dor, na necessidade e no sofrimento.

VI. A SEXTA PALAVRA FALA SOBRE A SALVAÇÃO COMPLETA

01. “Quando, pois, Jesus tomou o vinagre, disse: Está consumado! E, inclinando a cabeça, rendeu o espírito.” Jo. 19:30.

02. A sexta palavra da cruz, foi à palavra do Deus vencedor, realizando a redenção.

03. A tarefa da salvação, estava concluída em Cristo. Tudo o que Deus quis fazer já fez.

04. Não há outro recurso ou outro caminho para a salvação exceto, Jesus.

05. O homem que deseja alcançar os céus, precisa de Jesus. Só de Jesus. Porque em Jesus, tudo foi “consumado”, ou, “preço foi pago completamente”.

06. Em Rm. 8:1, lemos: “Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus”.

07. E em Cl. 2:14, lemos: “Tendo cancelado o escrito da divida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz;”.

08. Mas, que divida era esta ? Era a divida pelos pecados, desde o pecado de Adão até todos os pecados dos homens por quem Cristo morreu.

09. Em Rm 5:12, lemos: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por que todos pecaram.”.

10. Por isso, a Bíblia enfatiza em Hb. 9:22, “Sem derramamento de sangue não há remissão.”. A lei exigia que uma vida se esvaísse como punição pelo pecado.


11. No AT era a vida dos cordeiros e demais animais sacrificados, que apontavam para o sacrifício de Jesus. Hb. 9:9-14.

VII. A SÉTIMA PALAVRA FALA SOBRE A ENTREGA TOTAL

01. “Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito ! E, dito isto, expirou.”, Lc. 23:46.

02. A sétima palavra da cruz, foi à palavra do Filho Divino, repousando após a luta ganha.

03. A atitude de Jesus, foi à atitude de entrega total nas mãos do Pai. A ultima dádiva de si mesmo a Deus. Um resumo de toda a sua vida.

04. Em Jo. 10:17, está registrado que Cristo, deu a sua vida por nós, e fez isso, de maneira espontânea.

05. E devemos entregar a nossa vida para Jesus.

CONCLUSÃO

01. As Sete Palavras da Cruz, resume o sistema de fé e de vida, que todos os seguidores de Jesus devem ter:

- A Primeira Palavra Fala Sobre Perdão
- A Segunda Palavra Fala Sobre Vida Eterna
- A Terceira Palavra Fala Sobre Consolação
- A Quarta Palavra Fala Sobre Expiação – Gl. 6:2
- A Quinta Palavra Fala Sobre Necessidade do Corpo
- A Sexta Palavra Fala Sobre Salvação Completa
- A Sétima Palavra Fala Sobre Entrega Total.

02. Quem matou Jesus ? At. 2:22-23; 4:26-28; Lc. 24:20; Is. 53:10; Ap. 13:8

sexta-feira, 6 de abril de 2012

A MENSAGEM DA CRUZ AINDA ESTÁ PRESENTE HOJE, PARA QUEM QUISER ESCUTAR


“Porque a palavra da cruz é deveras loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” 1 Coríntios 1: 19
A mensagem da cruz é a palavra mais poderosa que qualquer pastor pode pregar, pois esta é mensagens que traz salvação. Porém Paulo lembrou muito bem ao afirmar que essa mensagem é loucura para os que não creem, pois como é possível alguém que morreu de forma humilhante na cruz, ter o poder de salvar a humanidade? Como pode o maior símbolo de maldição, ser hoje o maior símbolo da libertação? Os pensamentos do nosso Deus vão muito mais além do nosso, a sabedoria de Deus é muito mais além da nossa... Deus usou as coisa loucas para confundir as sábias.
Sabe o que mais me deixa impressionado com a mensagem da cruz? É que em todo o Antigo Testamento ela já vem sendo pregado de forma simbólica, e o profeta Isaias, profetizou a respeito da agonia do Salvador (Isaias 53), ou seja, já estava tudo profetizado a respeito de Jesus, porém o mais impressionante é que Jesus foi rejeitado e crucificados pelos religiosos da época, aqueles que mais “conheciam” as escrituras. Como pode ser concebido que os “teólogos” da época, que naturalmente conheciam as profecias, não reconhecerem que Jesus era o Messias? Consideravam-se tão sábios, que foram confundidos com sua própria sabedoria, não conseguiram identificar a maior profecia que já vinha sendo feita desde o Gêneses. Não tinham discernimento espiritual e muito menos um coração quebrantado, se achavam os mais sábios... Quando olhamos os quatro evangelhos, percebemos que a maioria das pessoas que receberam a Jesus, eram pessoas humildes, sem muito conhecimento, mas que entenderam a 'loucura' da pregação. “Os judeus ficam buscando sinais, e os gregos tentam entender de forma lógica, mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os gregos” (1 Coríntios 1:22-23). 
E nós? Quantas vezes não reconhecemos a Deus por não entendermos suas ações, queremos ficar pedindo sinais e assim tentarmos entender de forma lógica. O sacrifício de Jesus na Cruz não tem essa lógica humana, pois a mesma inexiste quando esse ser tenta entender como um Rei poderia deixar seu trono para morrer por um povo que ainda era pecador. Isso é loucura! Mas foi exatamente através desta loucura que Deus decidiu salvar o mundo. E... realmente poucas pessoas entendem a verdadeira mensagem da cruz... poucos entendem o porquê do sacrifício de Jesus, poucos entendem que essa loucura foi feita para que nós não precisássemos ser crucificados naquela cruz.                                             
Queremos, utilizando nossa vã filosofia, muitas vezes nos passar por sábios e aí somos confundidos por Deus em nossa própria sabedoria. 
Que possamos passar adiante dia pós dia essa 'loucura', não importando o que o mundo irá achar disso. O fato é que Jesus morreu numa cruz de forma humilhante sim, mas ao terceiro dia ele ressuscitou e hoje está sobre um trono de glória e todos quanto aceitarem terão a vida eterna.        

Então, se você considera-se  "sábio" a partir da utilização da lógica humana, lhe convido a ser um "louco" e receber Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador.

FELIZ PÁSCOA.

terça-feira, 3 de abril de 2012

NÃO HÁ LUGAR COMO O LAR

Imagem: ligiaalveseva.blogspot.com.br
(Retirado de matéria enviada pela irmã Vânia Lúcia de França) 

"Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim,
eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar" (João 14:2).


De maneira alguma podemos esquecer um momento final de O
Mágico de Oz quando Dorothy declara: "não há lugar algum
como o lar, não há lugar algum como o lar".


A maior parte de nós pensa do mesmo modo. O homem sempre
sentiu um carinho especial por esta habitação chamada lar.
Adão e Eva lamentaram quando tiveram que deixar o Jardim do
Éden -- seu lar. Noé e sua família viram quando as águas
cobriram o seu lar. Moisés só deixou seu lar para seguir a
vontade de Deus para sua vida. O filho pródigo sabia que até
como um criado, em seu lar, estaria melhor do que cuidando
de porcos. Nós nos regozijamos hoje, ao dobrar a esquina
para "o nosso lar". Se ele é um barraco de papelão, em um
beco, ou uma mansão com ar condicionado no calor sufocante,
ficamos contentes em chegar ao nosso lar.


Nosso lar na terra é temporário. Nosso lar no céu será
permanente. Deus nos desafia a viver diariamente nos
preparando para este grande e eterno lar que Ele preparou
para Seus filhos. Ele se manterá intato diante dos elementos
da natureza, puro, limpo, santo, por toda a eternidade!


Você está seguro de que, amanhã, irá desfrutar desse
glorioso lar que o Senhor lhe preparou? Você já está se
regozijando, hoje, com esta maravilhosa bênção?


Que Deus possa me abençoar até que este momento chegue! Que
Ele possa abençoar sua vida da mesma maneira! Que naquele
grande dia em que o Senhor vier buscar Sua igreja, possamos
ouvir com clareza o nosso nome e também o convite: "Entre,
bendito de meu Pai!"


Não há lugar melhor que o nosso lar! Não haverá lugar melhor
que o nosso lar celestial. Eu quero ir para lá... e você?


                                                                                                     Paulo Roberto Barbosa