quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A LEI DO SENHOR RESTAURA A ALMA





            Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia as obras de suas mãos. Vemos no esplendor do universo o seu poder e na obra da criação a sua majestade. Deus deixou suas digitais impressas na criação. Se a natureza, porém, proclama uma mensagem aos olhos, a lei do Senhor anuncia uma mensagem aos ouvidos. Se a criação anuncia o poder de Deus, sua lei fala-n
os de sua graça. A lei do Senhor é fonte de consolo, porque ela é perfeita e restaura a alma. 
          Os corações mais atribulados encontram na Palavra de Deus uma fonte de refrigério. Os que andam errantes veem nela uma luz a lhes clarear o caminho. Os que jazem mergulhados nas sombras espessas da confusão mental, recebem da Palavra verdadeira sabedoria. Por intermédio da Palavra encontramos vida, pois ela é espírito e vida. Encontramos libertação, pois Jesus disse: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. Por intermédio da Palavra somos sondados por Deus, pois na medida em que a lemos, ela nos investiga. Através da Palavra somos santificados, pois Jesus em sua oração, afirmou: “Santifica-os na verdade, a tua Palavra é a verdade”.

Hernandes Dias Lopes
Fonte: facebook/rev.hernandesdiaslopes

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

COMO VIVER EM PAZ (Jo. 16:33)

Imagem do site:  fotothing.com

- Viver sem paz é uma das piores coisas que existe.  Gera doença, tristeza, depressão, angustia, solidão.  Gera morte.

 Gente que não consegue dormir, pesadelos terríveis, sentimento de culpa tira a paz do coração.  Imagine, está tudo em paz: Família crescendo, dinheiro no bolso, saúde. De repente uma enfermidade, perdeu o emprego, aconteceu uma separação na família.

   - Isso mexe com as estruturas
   - Isso arrebenta com a felicidade.
   - Isso machuca a alma.
   - Isso produz angustia do inferno.

 - Alguns anos passados conversei com um cidadão, era um funcionário importante de uma empresa conceituada,  ele ganhava bem, não sabia o que era dificuldades, ele disse: “pastor eu tinha 4  carros, casas e tudo mais. De repente fui demitido e comecei a perder.  Perdi os bens, perdi a saúde, perdi a paz.  E no meu desespero e angustia encontrei esse Deus maravilhoso.

  - Irmãos o homem precisa de paz, mas, quando estudamos acerca do homem, percebemos na história da humanidade a ausência da paz.  O homem não tem paz. O homem almeja, deseja a paz.

   - “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..”
   - A verdadeira paz existe e pode ser experimentada!
   - Essa paz não se encontra nas farmácias.
   - Não está nas agências bancarias, nem em casas de shows.
   - Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa.
   - Nem numa noitada de aventuras.

   - Essa paz está centralizada em Deus.  Ela vem do céu. É sobrenatural.

   - Esse texto fala que a paz de Cristo triunfa sobre as adversidades.
   - Esse texto mostra que Cristo é a resposta, é a paz perene e permanente que o homem deseja.
   - Esse texto ensina que nesse mundo temos lutas e aflições.
   - Esse texto revela que é possível ter paz e transmitir paz ao próximo.  Jesus é o príncipe da paz. “Deixo-vos a paz”. A paz de Cristo que excede todo entendimento.

  - A grande pergunta é: Como manter a paz quando as aflições batem a porta, quando a tempestade chega?
  - Se você verificar o contexto vai perceber que após este versículo temos:
   - A Oração Sacerdotal
   - Jesus no jardim soando gotas de sangue. Preso
   - Pedro nega Jesus
   - É momento de trevas, de lutas, é momento de guerra
   - Parece que o mal ta vencendo, ta prevalecendo.

   1 – No momento de dificuldade lembrar das promessas do Senhor.
          - O que pode conforta o coração atribulado pelas lutas da vida, são as promessas do Senhor.
         - As promessas do Senhor são infalíveis, ele disse: “Céus e terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar”.
         - No capitulo 16 temos a promessa do Consolador,  não estamos sozinhos. Não estamos órfãos.
       - O consolador, o confortador está conosco, para nos avivar, motivar e nos abençoar em nome de Jesus.

       - Por isso se você está sofrendo, não desista, não desanime, lembre-se das promessas do Senhor.

     - Ministre ao seu coração, faça como o profeta Jeremias.
     - Quando ele viu a miséria de Jerusalém,
     - Quando ele contemplou a destruição da cidade, queimada e em cinzas.
    - Quando ele percebeu o choro das mães que perderam seus filhos.
    - Quando ele viu o juízo de Deus sobre o povo rebelde e obstinado.
   - Ele não se concentrou na tristeza, na miséria, na desgraça.
   - Mas ele arrancou do intimo do seu coração uma nota de esperança. “Quero trazer a memória...”

  - Meu irmão faça como o poeta: “Se você já pensou em desistir tenha fé e não pare de sorrir, você vai ver que o inimigo não vai entender que o crente até mesmo chorando ele canta porque. Se chorar, chora nos pés do Senhor, tem Jesus como o seu consolador. O teu sofrer uma noite até pode durar, mas o crente sabe que a vitória vem pela manhã, então cante assim:  Vou seguir os passos de Jesus, vou levar comigo a minha cruz, se espinhos ferem os meus pés, eu vou descansar nos braços de Jesus.

  - Só Deus pode devolver a paz ao nosso coração.
  - Só Deus pode mudar a situação, transformar a tempestade em bonança.
   - Por isso o apóstolo disse: “Que a paz  de Deus excede todo entendimento”.

   2 – Nós encontramos a verdadeira Paz em Jesus.

    - Foi ele quem disse: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou..”
    - A Paz é dele, ele é o autor da paz.
    - A paz não é ausência de problema. É confiança em meio a tempestade.
   - A Paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade.
   - É a confiança plena de que Deus está no controle da situação.
   - Mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos.
  - A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida.
  - A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa, uma pessoa divina. Jesus de Nazaré, ele é o príncipe da paz;
  - Por meio de Jesus temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus.
  - Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo entendimento.
  - Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento.
  - Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte.
  - Essa é a paz que excede todo entendimento.
  - Essa paz o mundo não a conhece, não pode dar nem pode tirar.
  - Essa é vinda do céu, a paz  que emana do trono de Deus.
  - Essa é a paz que supera as adversidades e as tempestades da vida.
  - Diante da dor pela perda de quatro filhas o poeta foi confortado pela ação soberana do Espírito Santo e cantou. “Se paz a mais doce me deres gozar, se dor a mais forte sofrer, oh!  seja o que for tu me fazes saber, que feliz com Jesus sempre sou..”

    Deus te abençoe!

Pr. Inaldo Peixoto

sábado, 28 de julho de 2012

CRENTES FIÉIS





A tônica bíblica a respeito do servo de Deus, presente nas páginas do Antigo e Novo Testamento é a fidelidade. Israel é o povo de Deus, que não pode se tornar infiel; a Igreja é o Novo Israel que não pode afastar-se da fidelidade; a Igreja Cristã ouve nas Cartas ás sete Igrejas (universalidade da Igreja) o apelo à fidelidade: “o vencedor farei...”, “ sê fiel até a morte e dar-te-ei a coroa da vida” (Ap 2.10b). Crentes fiéis talvez sejam o maior testemunho para o evangelismo contemporâneo, tão carecido de autenticidade cristã, que convença para Cristo e seu Reino.
    Crentes fiéis são os que apresentam seus filhos regularmente ao batismo e cumprem os votos feitos ao Senhor, na consagração destes a Deus. Vale a pena lembrar o grande número de crianças que os pais apresentam ao Senhor por ocasião do batismo e que nunca desenvolveram uma fidelidade que os levassem a confirmar o gesto dos pais, mediante a profissão de fé; mas grande também é o número de pais que disseram SIM a Deus no momento do batismo e estão se esquecendo desses votos, em referência aos seus filhos, que continuam diante de Deus, precisando de crentes fiéis, na pessoa de seus pais.
    Crentes fiéis são os que entregam fielmente seus dízimos e ofertas ao Senhor. Aos domingos recebemos das mãos fiéis o que puseram de parte no primeiro dia da semana conforme recomendação da Escritura e trouxeram seus dízimos e contribuições para o sustento da sua obra. Quantos sonegam suas contribuições e abandonam a fidelidade que devem ao Senhor, como se espera dos crentes fiéis na sua Igreja. Quantas causas embaraçadas por alta de crentes fiéis na entrega dos dízimos ao Senhor! Quantas pessoas terão de prestar contas de sua infidelidade a Deus! Quantos já tem prestado contas, mesmo aqui, perante os olhos avarentos e usurários de outros que nem vendo se convencem!
    Um aspecto supremamente válido de nossa fidelidade é o dízimo, a contribuição, a mordomia do dinheiro, que Deus nos permite conseguir em nosso trabalho, seja ele qual for. Nossa fidelidade como mordomos refere-se à toda a nossa vida; mas o lado vulnerável à infidelidade do crente é sempre a mordomia do dinheiro, que também pertence ao Senhor (Sl 24.1; Mt 3.6-10; 2Co 9.6-13). Recordamos que:
1) A Escritura chama nossa atenção, então, para a possessão exclusiva de Deus sobre a terra, sobre tudo o que no mundo existe, inclusive sobre nós e sobre o que julgamos nosso ou produto de nossa renda ou trabalho.
2) A Bíblia indica que os dízimos e as ofertas são o mínimo que nossa vida de culto nos impõe para o sustento da causa que depende de nossa fidelidade ao Senhor.
3) No ensino da Palavra está evidente que a infidelidade provoca a condenação de Deus, que nos pede os nossos dízimos e nossas ofertas, tachamos de “roubadores do Senhor” aos que não acatam seu ensino (Mt 3.6-10).
4) Há bênçãos extraordinárias prometidas aos que militam na causa com essa felicidade, como mordomos do Senhor, a quem “pertence a terra e tudo o que nele se contém, o mundo e os que nele habitam” (Sl 24.1); o mesmo Deus pode afirmar “minha é a prata e meu é o ouro”.
5) O juízo de Deus sobre os infiéis é inevitável, em todos os aspectos da vida humana e esse é o lado da mordomia cristã evidentemente vulnerável.
6) A causa se sustenta dessa fidelidade, que impulsiona e propicia vitalidade ao reino de Deus. Os embaraços que a igreja enfrenta na realização do seu programa de ação decorrem, muitas vezes, da falta de fidelidade de muitos na entrega dos seus dízimos e ofertas à igreja.
7) Faça sua experiência que transcrevemos do autor do folheto sob o título “O Dizimista” (A. Gotardelo).
    Faz 23 anos que redigi estas linhas. Escrevi-as no dia que me tornei dizimista, e nunca fui infiel em face dessa decisão. Naquela ocasião entregava á Causa 500 mil réis por mês;  hoje, dou-lhe 300 cruzeiros. Quando separei, na mesa, os 500 mil réis dos 5 contos (meus vencimentos mensais), alguém exclamou: “Muito dinheiro”. Respondi-lhe: Quanto gastaria eu por mês se fumasse, bebesse, comprasse gasparino, levasse a família a clubes mundanos, sustentasse cadeiras cativas em lugares de corrupção social e alimentasse as vaidades sem o temor de Deus? O desembolso seria maior, e sem as bênçãos da vida morigerada e piedosa do crente.
    Diz a minha experiência que a promessa de Malaquias 3.10 é uma realidade confortadora. Contemos as bênçãos: fui pai de cinco filhos, e nunca tive problemas com eles, porque estão integrados na vida da Igreja; três filhas desposaram varões crentes; “eu e minha casa serviremos ao Senhor”; abraço filhos e netos sadios; formei-me em Letras depois de 40 anos; tornei-me pastor; fui titulado cidadão honorário de Juiz de Fora; adquiri propriedade; escrevi dez livros, alguns dos quais correm o Brasil; levantei templos; pastoreei, gratuitamente, fato que avolumou as rendas e os dízimos, etc...etc. Escreveria
um volume sobre experiências e observações relacionadas com a prática do dízimo! Agora, porém, resta-me dizer; “Bendize ó minha alma, ao Senhor, e não te esqueças de nem um só de Seus benefícios” (Sl 103.2|).
    Faça uma experiência, irmão! Resolva isso hoje mesmo!    
        

quarta-feira, 11 de julho de 2012

COMO PODEMOS TER PAZ NO VALE?


    A verdadeira paz existe e pode se experimentada! Essa paz não se encontra nas farmácias nem nas boutiques famosas. Não está nas agências bancárias nem nas casas de shows. Essa paz não é encontrada no fundo de uma garrafa nem numa noitada de aventuras. Essa paz está centralizada em Deus. Ela vem do céu. É sobrenatural. Como podemos experimentar essa paz, ainda que cruzando os vales de vida?

I. Conhecendo o Deus e Pai de toda consolação. Deus é a fonte de todo consolo.  Quando Ele permite passar pelo vale, é para fortalecer nossa fé e nos aperfeiçoar em santidade. Quando Ele nos leva para o deserto, nossas experiências tornam-se ferramentas em suas mãos para consolar outras pessoas. É Deus quem matricula na escola do deserto. O deserto é o ginásio de Deus, onde Ele treina seus filhos e, equipa-os para grandes projetos. Quando somos consolados, aprendemos a ser consoladores. Alimentamo-nos da fonte consoladora e tornamo-nos canais dessa consolação para os aflitos. Não há paz fora de Deus. Não há descanso para alma senão quando nos voltamos para Deus. Não há consolo para o coração aflito fora de Deus, pois só Ele é o Deus e Pai de toda consolação, que nos consola em toda a nossa angústia, para consolarmos outros, com a mesma consolação com que somos consolados.
II. Conhecendo a Jesus, a verdadeira paz. A paz não é ausência de problema, é confiança no meio da tempestade. A paz é o triunfo da fé sobre a ansiedade. É a confiança plena de que Deus está no controle da situação, mesmo que as rédeas da nossa história não estejam em nossas mãos. A paz não é um porto seguro onde se chega, mas a maneira como navegamos no mar revolto da vida. A paz não é apenas um sentimento, mas sobretudo, uma pessoa divina. Nossa paz é Jesus. Por meio de Cristo temos paz com Deus, pois nele fomos reconciliados com Deus. Em Cristo nós temos a paz de Deus, a paz que excede todo entendimento. Paz com Deus tem a ver com relacionamento. Paz de Deus tem a ver com sentimento. A paz de Deus é resultado da paz com Deus. Quando nosso relacionamento está certo com Deus, então, experimentamos a paz de Deus. Essa paz coexiste com a dor, é misturada com as lágrimas e sobrevive diante da morte. Essa é a paz que excede todo o entendimento. Essa paz o mundo não conhece, não pode dar nem pode tirar. Essa paz vinda do céu, a paz que emana do trono de Deus, fruto do Espírito Santo. Você conhece essa paz? Já desfruta dessa paz? Tem sido inundado por ela? Essa paz está á sua  disposição agora mesmo. É só entrega-se ao Senhor Jesus!
III.   Conhecendo o Espírito Santo como nosso consolador. A vida é uma jornada cheia de tempestades. É uma viagem por  mares revoltos. Nessa aventura sigamos as águas turbulentas do mar da vida, cruzamos desertos tórridos, subimos montanhas íngremes, descemos vales escuros e atravessamos pinguelas estreitas. São muitos os perigos, enormes as aflições, dramáticos os problemas que enfrentamos nessa caminhada. A vida não é indolor. Mas, nessa estrada juncada de espinhos não caminhamos sozinhos. Temos um consolador. Jesus, nosso Redentor, morreu na cruz pelos nossos pecados e ressuscitou para a nossa justificação. Venceu o diabo e desbaratou o inferno. Triunfou sobre a morte e deu-nos vitória sobre o pecado. Voltou ao céu e enviou o Espírito Santo para estar para sempre conosco. Ele é o Espírito de Cristo, que veio para exaltar o Filho de Deus. Ele é o Espírito da verdade, que veio para nos ensinar e nos fazer lembrar tudo o que Cristo nos ensinou. Ele é o outro consolador, aquele que nos refrigera a alma, nos alegra e nos faz cantar mesmo no vale do sofrimento. O consolo não vem de dentro, vem de cima. Não vem do homem, vem de Deus. Não vem da terra, vem do céu. Não é resultado de autoajuda, mas da ajuda do alto!
   
                                                                                            Rev. Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 28 de junho de 2012

RESPEITO AOS IDOSOS



Leitura Bíblica: Salmo 71. 1 a 24
“Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares. Pois falam contra mim os meus inimigos; e os que me espreitam a alma consultam reunidos, dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.” (Versículos 9 a 11).
Ser idoso é diferente de ser velho. Saber envelhecer é uma grande virtude, querer parecer-se velho é um grande defeito. O espírito não envelhece, a alma é imortal e o corpo, por enquanto é perecível: “Ele volta ao pó, como era; e o espírito volta a Deus que o deu”. Todavia, na segunda vinda de Cristo, veremos o corpo mortal ser revestido de imortalidade, tanto pela ressurreição dos eleitos para a vida eterna, quanto dos maus para o Juízo Final; com a transformação dos vivos; o arrebatamento da Igreja vemos o abrir dos umbrais da eternidade. Diz-nos o Espírito Santo, através do Apóstolo Paulo: “E, assim, estaremos para sempre com o Senhor.” (I Ts 4.17b). O escritor Edwin Zabriskie, declarou: “Você será um jovem em qualquer idade, se estiver planejando para amanhã.” Como Presidente do Supremo Concílio, ao introduzir, o método de Planejamento Estratégico – que tem o condão de alinhar a nossa visão – e de Administração Estratégica, que alinha a nossa ação, declarei insistentemente: “Quem falha em planejar, está planejando falhar.” É gratificante conectar a capacidade de sonhar, ter ideais e fazer planos para médio e longo prazos. A ditosa velhice, com a qualidade de vida, é para o idoso, que insiste em não ficar velho, e, sim renovar seus sonhos e sua visão do futuro.
Quero convidá-lo/la a analisar comigo o Salmo 71, por inteiro: Súplicas de um ancião ou a oração de um idoso saudável e bem resolvido, que luta e insiste em permanecer de pé quando alguns torcem para que ele caia e até mesmo seja rotulado de esclerosado.  A saída é fazer da oração de Davi, no Salmo 71, a nossa oração e dizer: “O nosso socorro vem do Senhor. O Apóstolo Paulo afirma: “Quem és tu que julgas o servo alheio? para o seu próprio Senhor está em pé ou cai; mas estará em pé, porque o Senhor é poderoso para o suster.” (Rm 14.4).
Dom Marcos Barbosa, imortal da Academia Brasileira de Letras – já falecido – declarou: “Não contes a tua idade pelos anos, e, sim pelos amigos que tens.” Dr. Frank Crane, mexe com o coração dos acima de 60 anos, quando sentencia: “Aquele que vive do passado, envelhece antes do tempo; aquele que vive com os olhos no futuro, permanece jovem por mais tempo.”
O Salmo 71 pode ter o seguinte título: A CONFIANÇA DE UMA FÉ MADURA, DE UMA PESSOA MADURA, QUE SABE ENVELHECER SORRINDO.  Na versão dos 70, chamada de Septuaginta, ou a tradução do Antigo Testamento do Hebraico e Aramaico, para o Grego Koinê, ou popular, o Salmo 71 não tem título. Os tradutores da SBB deram um título: “Súplicas de um ancião”. Neste editorial, como ex-Vice Presidente Mundial das SBUs e por dois mandatos seguidos, seis anos no total; fui Presidente da SBB, hoje, tenho o privilégio de ser Presidente de Honra, e atrevo-me a sugerir o título mais amplo retromencionado e grafado em letras maiúsculas.  
I.) O IDOSO QUER RESPEITO: “NÃO SEJA EU JAMAIS ENVERGONHADO.”
Trata-se da oração de um homem idoso, equilibrado. Leio o verso 9, que diz:
“não me rejeites na minha velhice” e o 18, diz: “Não me desampares, ó Deus, até à minha velhice e às cãs” (cabelos brancos). Existe uma certa doçura e serenidade nas palavras do salmista, característica de uma vida longa, passada na dependência e ao abrigo do Deus Onipotente (vs. 5 e 17). Há um distinto paralelo entre os vs 1 a 9 e os vs. 10 a 18. O restante do Salmo tem uma estrutura diferente, mas também se divide em dois grupos correspondentes à seção anterior, ou seja, a ideia de comunhão íntima com Deus está presente nos versos de 1 a 9; e a ideia da firme resolução, a despeito da angústia percebida nos versos de 10 a 18. Decidimos por analisar o Salmo por inteiro, porque as idéias de esperança em Deus (vs. 19-21); e de louvor e de Adoração (Vs. 22-24) que estão presentes na parte final torna apoteótica a conclusão da oração do ancião bem resolvido.  
II.) O ANCIÃO PRECISA SENTIR-SE SEGURO: “SE TU PARA MIM UMA ROCHA HABITÁVEL.” (v.3).
A calma, a dignidade e a confiança inabalável na proteção de Deus aos idosos são verdades inequívocas. O apelo que ele faz é cheio de gentileza “sê tu para mim uma rocha habitável”: Eu preciso sentir a presença de Deus para que tenha segurança e paz. Eis porque ele diz:                                                                                
a)“Tu és a minha esperança, Senhor”, ou seja, “o meu socorro está em o nome do Senhor.”
b) Eu aprendi a confiar em Deus e a Sua graça nunca me faltou. Quem crê confia, e, quem confia, obedece: esta é a dinâmica da fé.
c) Em Ti me tenho apoiado, desde o meu nascimento. Tens livrado, da queda os meus pés; das lágrimas, os meus olhos. Tu és “refúgio e fortaleza: socorro bem presente nas tribulações.
III.) UM IDOSO BEM RESOLVIDO, É VISTO COMO UM PORTENTO
A característica principal desta seção é o espírito de adoração e de louvor ao Senhor. a) Porque Tu tens sido meu forte refúgio;                                                            
b) Os meus lábios estão cheios do Teu louvor;
c) E a Tua glória enche a minha vida como adorador, e, eu sei que enche a Igreja, e
enche a terra.  
IV.) O IDOSO NÃO QUER E NÃO PODE SER HUMILHADO, ENVERGONHADO OU REJEITADO NA SUA VLHICE: ELE PRECISA SENTIR-SE AMPARADO, SABE POR QUE?
a) Os meus inimigos falam contra mimb) Me espreitam a alma e dizem: Deus o desamparou; persegui-o; e prendei-o.
c) Não te ausentes de mim, ó Deus; porque se meu pai e minha mãe ou se a minha
família me desampararem, o Senhor Deus me acolherá.

V.) O IDOSO DIZ: “QUANTO A MIM ESPERAREI SEMPRE DE TI; E TE LOUVAREI MAIS E MAIS.
a) A minha boca relatará os teus atos de justiça e os atos de bondade da família e da Igreja.
b) Sinto-me na força do Senhor Deus:
c)Tu me tens ensinado desde sempre.

VI.) O IDOSO QUER VIVER UMA VIDA COM PROPÓSITO.
a) E sentir-se útil, necessário e desejado. Já se disse que velho, é trapo.
b) Quero anunciar à presente geração a tua força e à geração futura, o teu poder. Ele não quer parar, nunca! Isto não é verdade. Servir ao Senhor, com alegria sempre. Mas não, necessariamente nas rotinas administrativas.
c)Tu me tens feito ver muitas angústias e males. Tens restaurado a minha vida e as
minhas forças.
d) Devolve-me, Senhor, a alegria de viver e a paz no coração: Eu preciso de Ti, Senhor! “Que a minha idade seja calculada pelo meu progresso espiritual.” Disse o celebrado homem de Deus, Fred Beck.

VII.) EU TAMBÉM TE LOUVO E CELEBRO A TUA VERDADE
a) Cantar-te-ei salmos no saltério, com a lira e com a harpa;
b) Os meus lábios te louvarão e bendir-te-ão para sempre;
c) A minha língua celebrará os teus atos de justiça, para todo o sempre.

VIII.) CONCLUSÕES E APLICAÇÕES PRÁTICAS
· Primeira, convido os idosos a agradecer mais e a reclamar menos;
· Segunda, serão envergonhados e confundidos os que procuram fazer o mal contra
os idosos. Existe um código de defesa do idoso, chama-se: “Estatuto do Idoso”.
· Terceira, se todos os filhos honrassem pai e mãe, não teríamos mais violência contra o idoso. Diz o proverbista, em Provérbios 19:26, “O que maltrata a seu pai ou manda embora a sua mãe, é filho que envergonha e desonra.”
· Quarta, o grande presidente norte-americano, Benjamin Franklin, afirmou: “Muitas pessoas que estão preocupadas em adicionar anos à sua vida,
deveriam, antes, adicionar qualidade de vida aos seus anos.”
· Quinta, o escritor Johannes Peter Schmitt, disse certa vez, com muito acerto: “As pessoas podem ser comparadas aos vinhos: a idade azeda os maus e apura os bons.”
Que Deus nos dê, a todos, a bênção e o privilégio de envelhecer com dignidade, ter mente lúcida e coração puro para amar a Deus, ver a Deus, honrar e glorificar o seu santo nome. É a nossa oração, em nome de Jesus!
Rev. Guilhermino Cunha - Pastor da Igreja

domingo, 24 de junho de 2012

JANTAR DOS NAMORADOS CONFRATERNIZOU PRESBITERIANOS NO TEMPLO CENTRAL


Um momento social muito agradável e abençoado! 
Assim pode ser definida a fria noite do último sábado, dia 23 de Junho, no salão anexo da Igreja Presbiteriana Central de Garanhuns, na qual dezenas de casais reuniram-se para ouvir breves palavras bíblicas ministradas pelo Reverendo Inaldo Peixoto, versando sobre um namoro abençoado e assuntos inerenes aos casais. A seguir, um bem servido e farto jantar foi oferecido aos presentes. A realização foi do Ministério de Casais daquela Igreja, com uma dedicação integral da Irmã Shirley Portela e suas auxiliares. 

Pr. Inaldo com sua esposa Sra. Nasia, suas filhas e respectivos namorados.
Abaixo, mais imagens (clique sobre as mesmas para ampliá-las)





\\

 

 

  


  

  

 
  

domingo, 17 de junho de 2012

JOVENS PRESBITERIANOS DO AGRESTE REALIZAM INTERCÂMBIO COM IGREJA CENTRAL DE GARANHUNS

O encontro  saudável e a troca de idéias entre jovens cristãos foi a tônica do "3º Intercâmbio de UPAs Central/Catonho/Sião" realizado na noite do último sábado, 16 de Junho, no templo da Igreja Presbiteriana Central de Garanhuns. Na oportunidade, a palavra de Deus se fez ouvir, além de aconselhamento para jovens dessas igrejas coligadas acerca de namoro,  sexualidade, postura correta do cristão além de muitas brincadeiras. Os objetivos do encontro, de acordo com o Pastor Inaldo Peixoto titular da Igreja Central, é o fortalecimento da fé entre os jovens, o conhecimento acerca da vontade de Deus para um namoro cristão e posteriormente, se for da vontade de Deus, através desses encontros o despertar de um namoro entre participantes. Anteriormente, alguns jovens desta Igreja Central estiveram no Catonho e em Sião, sendo esse encontro  recente, uma visita recíproca daqueles jovens cristãos.
Abaixo, algumas imagens do encontro:







  




 

terça-feira, 12 de junho de 2012

A ORAÇÃO E A PALAVRA: ALAVANCAS PARA O CRESCIMENTO DA IGREJA



A igreja é um organismo vivo e não apenas uma organização. Seu crescimento é natural e não resultado de técnicas de comunicação. Seu crescimento saudável vem através da conversão e não da adesão. Seu crescimento espiritual desemboca no crescimento numérico e este deve espelhar seu crescimento espiritual.

Na busca do crescimento da igreja, não podemos nos capitular à numerolatria, a idolatração dos números nem à numerofobia, o medo dos números. Uma igreja saudável cresce o crescimento que vem de Deus, e isso tanto numérica quanto espiritualmente.
Não devemos nos abastecer das fontes do pragmatismo moderno se queremos estudar sobre o crescimento da igreja, antes, devemos nos debruçar sobre o Livro de Atos, o verdadeiro manual do Espírito Santo, a orientar a igreja contemporânea na busca desse crescimento saudável.
O crescimento da igreja passa pela oração e pelo ministério da Palavra. Os tempos mudaram, mas o método de Deus não. Os apóstolos entenderam essa verdade incontroversa e firmaram essa estacada, definindo a prioridade que dariam a esses dois elementos cruciais: Oração e Palavra (At 6.4).

1. A prioridade da oração no crescimento da igreja – O crescimento da igreja é uma obra de Deus. Plantamos e regamos, mas só Deus dá o crescimento. Pregamos e evangelizamos, mas só Deus pode abrir o coração. Ensinamos e exortamos, mas só o Espírito Santo pode convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo. Mesmo que usássemos todas as técnicas modernas e todos os recursos da terra, jamais poderíamos converter sequer uma alma. O novo nascimento é uma operação sobrenatural e exclusiva do Espírito Santo. Por isso, somente Deus pode agregar à igreja os que são salvos. Sendo assim, precisamos depender mais dos recursos de Deus do que dos nossos recursos. O poder para realizar a obra de Deus não vem da nossa inteligência, ou dos nossos recursos financeiros, nem mesmo das nossas habilidades pessoais, mas de Deus. É ele quem escolhe, regenera, chama, justifica e glorifica. A salvação é obra de Deus do começo ao fim. Sabendo disso, a igreja contemporânea deveria orar com mais fervor e com mais intensidade, como o fez a igreja primitiva. O crescimento numérico da igreja primitiva retrata sua vida exuberante de oração. A igreja orava e os resultados apareciam. Os joelhos se dobravam em oração e os corações se derretiam na presença de Deus em sincera conversão.

2. A supremacia da Palavra no crescimento da igreja – Na medida em que a Palavra de Deus crescia e prevalecia, a igreja primitiva se multiplicava. Hoje podemos até experimentar um crescimento numérico da igreja sem a supremacia da Palavra, mas não um crescimento saudável. A igreja do Pentecostes começou com a Palavra. No dia de Pentecostes Pedro pregou um sermão Cristocêntrico e cerca de três mil pessoas foram convertidas. Todo registro de crescimento da igreja primitiva no livro de Atos está diretamente ligado à proclamação da Palavra de Deus. É mediante a pregação que Deus chama os seus escolhidos. A fé vem pelo ouvir e ouvir a Palavra de Cristo. Deus escolheu salvar o homem pela loucura da pregação. A igreja cresce na medida em que a Palavra de Deus cresce. Não podemos produzir o crescimento saudável da igreja, mas podemos proclamar a Palavra de Deus com fidelidade e no poder do Espírito Santo, sabendo que a Palavra que sai da sua boca nunca voltará para ele vazia. 
Quando a igreja se voltar para Deus por intermédio da oração fervorosa e se voltar para o mundo para proclamar com poder sua Palavra, então, essa igreja experimentará um crescimento extraordinário, pois Deus honra a oração e a Palavra, alavancas do crescimento de sua igreja

Por Rev. Hernandes Dias Lopes

segunda-feira, 11 de junho de 2012

O QUE ERA O ESPINHO NA CARNE DE PAULO?

E para que não me ensoberbecesse com a grandeza das revelações, foi-me posto um espinho na carne, mensageiro de Satanás, para me esbofetear, a fim de que não me exalte. Por causa disto, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim. Então, ele me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, mais me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo" (2 Coríntios 12:7-9).


Há muitas especulações sobre o espinho na carne de Paulo. Alguns pensam que ele estava perdendo sua visão. Outros dizem que ele tinha uma dificuldade de falar, ou alguma forma de paralisia. O fato é que ninguém sabe o que era! Paulo não disse, e todas as nossas especulações nos deixarão ainda sem nenhuma resposta certa. Mas há algumas coisas que podemos aprender aqui: 
1.    Precisamos admitir quando não sabemos. A arrogância de alguns pastores e professores que parecem pensar que têm todas as respostas, até mesmo as coisas secretas de Deus (veja Deuteronômio 29:29), é assustadora. "Se alguém fala, fale de acordo com os oráculos de Deus" (1 Pedro 4:11). Quando Deus fala, precisamos falar com confiança e com audácia. Quando ele se cala, não ousemos ter a presunção de falar.
2.    Precisamos entender que Deus pode dizer não. Promessas tais como João 15:7 ("Pedireis o que quiserdes, e vos será feito") são freqüentemente mal entendidas. Muitas pessoas acreditam e pregam que Deus dará tudo que pedimos. Mas outras passagens nos recordam que as orações precisam ser de acordo com a vontade de Deus, não com a nossa (1 João 5:14; Tiago 4:3). O caso de Paulo mostra claramente que Deus pode dizer não ao pedido de um discípulo fiel. Quando não recebemos o que pedimos, isso não é necessariamente evidência de falta de fé. Pode simplesmente sugerir que Deus, em sua infinita sabedoria, decidiu que era melhor não conceder o pedido.   
3.    O povo de Deus sofre nesta vida. A doutrina popular de que os justos são sempre abençoados e protegidos do sofrimento nesta vida é absurdo e falso. Paulo era dedicado como qualquer cristão e sofreu mais do que a maioria. Jesus nunca pecou, mas sofreu terrivelmente. Os pregadores de hoje que declaram que o sofrimento prova uma falta de fé estão condenando alguns dos maiores homens que viveram, entre eles Jó, Paulo e até mesmo o Filho de Deus!